A lição aqui é a importância de buscar ganhar sempre mais, como forma de melhorar o equilíbrio financeiro. O trabalho, no entanto, não é a finalidade em si. O importante é o que o seu trabalho entrega à sociedade. O que você faz tem valor para as pessoas?

Se você adota essa premissa em sua rotina financeira pessoal, tudo indica que tem boas chances de prosperar.  Ter folga nas receitas, em relação às despesas, é a base para que os próximos passos da educação financeira pessoal sejam possíveis.

Consumir faz parte da vida de qualquer pessoa. Todos precisam comer, se vestir, passear, ter produtos, serviços, informação. O consumismo, por sua vez, é o consumo desnecessário e desenfreado. É o que nos confunde com relação àquilo de que realmente precisamos.

Não se assuste: planejamento financeiro é a coisa mais simples do mundo.  Quer ver? Quanto você ganha? Suponha que sua renda mensal é de R$2.500,00. Assim sendo, suas despesas não podem ser superior de R$2.500,00.

Despesas inevitáveis, como aluguel, alimentação e colégio das crianças não podem ser cortadas. Elas são, portanto, prioritárias.  Por outro lado, despesas supérfulas, como fastfoods, são as primeiras a serem cortadas em caso de crise.

Pegar empréstimo, só se for para financiar o aumento de sua produtividade e, consequentemente, de suas receitas.  O financiamento, nesse caso, é um investimento, um dinheiro que vai e volta em dobro. O oposto disso, que deve ser evitado, é pegar um empréstimo com a finalidade de apenas consumir.

Há dois tipos de pessoas: as que gastam tudo que têm e vivem endividadas e as que guardam dinheiro e realizam seus projetos.  Seja o segundo tipo. Guardar dinheiro é prosperidade.

Investimento é tudo aquilo que você adquire para aumentar seus ganhos. Quando você faz um curso profissionalizante, está investindo.  O mesmo acontece quando compra um novo equipamento para aumentar a produção ou quando faz uma aplicação no sistema financeiro.